Empresária é Detida em Castanhal por Suspeita de Estelionato em Serviços de Buffet

Na manhã deste domingo (1º), a empresária Rosiane Corrêa da Silva, de 49 anos, conhecida por administrar a Casa Gastro, um serviço de buffet em Castanhal, foi presa pela Polícia Civil. Ela é alvo de investigações por supostos crimes de estelionato, relacionados à prestação de serviços para eventos, como casamentos e festas de aniversário.
Acusações e Prejuízos
As investigações surgiram a partir da queixa de uma cliente que contratou os serviços da Casa Gastro para a festa de 15 anos de sua filha. Segundo o relato, a mulher pagou antecipadamente a quantia de R$ 21.828,00. Contudo, na véspera do evento, Rosiane cancelou a festa, alegando motivos de 'força maior'.
O Esquema de Pagamento e as Descobertas
De acordo com a Polícia Civil, a empresária exigia que os pagamentos fossem realizados antes do evento, justificando que esses valores eram necessários para efetuar os pagamentos aos fornecedores. No entanto, ao investigar a situação, a cliente descobriu que nenhum dos fornecedores havia sido contratado ou recebido qualquer quantia de Rosiane, resultando na perda total do valor pago.
Repercussão e Novas Denúncias
Após a divulgação do caso, outras seis vítimas se apresentaram à delegacia, relatando experiências semelhantes com cancelamentos inesperados de eventos variados, incluindo festas de formatura e aniversários infantis. Cada novo relato levou a Polícia Civil a abrir procedimentos individuais para investigar as novas denúncias.
Medidas Judiciais e Próximos Passos
A Justiça também emitiu uma ordem de bloqueio de contas bancárias da empresária e de sua empresa, assegurando que até R$ 21.828,00, correspondente ao valor pago pela primeira vítima, fiquem reservados para eventual ressarcimento. Rosiane foi encaminhada ao sistema prisional e aguarda audiência de custódia, enquanto as investigações prosseguem na tentativa de identificar outras possíveis vítimas.
Conclusão
O caso de Rosiane Corrêa da Silva destaca a importância da vigilância ao contratar serviços de eventos, especialmente em situações que envolvem pagamentos adiantados. A Polícia Civil continuará suas investigações para garantir que todas as vítimas sejam ouvidas e que a justiça seja feita.
Fonte: https://g1.globo.com













